Vale do Açôr - Peniche | 5 e 6 de Junho

 

Rescaldo Rota da Chanfana MCoutinho 2010


Mais um ano, mais uma Rota da Chanfana que contou com cerca de 250 Betetistas e 75 caminheiros vindos de vários pontos do país.

Aqui ficam as Classificações dos 5 primeiros:

Classificações do 30 KM

1º - 138 - Ivo Samuel Caniceiro Azenha - Bikesurfers/Farmatocha/Translucas - 1:35:24:670

2º - 102 - Tiago Fragão - Bikesurfers/Farmatocha/Translucas - 1:36:02:812

3º - 196 - João Clara - Mato ou Morro - 1:38:13:881

4º - 205 - João Miguel Almeida Mano - Galitos/Extrusal/Madeivouga/Volybox - 1:38:45:630

5º - 221 - Jorge Rodrigues - LMperfis/Ciclispezzotto - 1:45:43:942


Classificações dos 50 KM
 

1º - 127 - Rui Silva - Casa do Povo de Abrunheira - 2:29:33:172

2º - 183 - Luís Pires - Mais Corpo BTT Team - 2:31:50:937

3º - 188 - Ricardo Ramos - Fura Trilhos - 2:32:18:529

4º - 167 - Rodrigo Louro - Gatões BTT - 2:33:12:401

5º - 187 - Fernando Gouveia - Add Green - 2:34:55:022

Para além do passeio| Maratona de BTT, também organizámos um passeio pedestre para os acompanhantes e adeptos da modalidade.
Foram cerca de 75 participantes que testemunharam terem gostado muito.

   

Fotos da Rota da Chanfana MCoutinho

Fotos do Pedro Cunha

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Fotos da Bikeaventura

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Fotos da Mondegosport:

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Mas afinal...o que é a Chanfana?





A chanfana é um prato regional da Beira Litoral. É um dos pratos tradicionais mais famosos, cozinhada nos caçoilos de barro. O concelho de Miranda do Corvo é conhecido por ser a Capital da Chanfana que terá nascido em Semide. Em Miranda do Corvo existem dois pratos únicos derivados da chanfana: a Sopa de Casamento e o Negalho.







Segundo a lenda, a chanfana teria surgido no Mosteiro de Semide. Até finais do séc. XIX, todos os agricultores e rendeiros eram obrigados ao pagamento dos foros. Assim, o Mosteiro recebia dos moradores do seu couto os foros a que estavam obrigados. Galinhas, vinho, azeite, dias de trabalho, cabras e ovelhas, eram formas de pagamento. Durante o mês de Agosto e até ao dia de S. Mateus, as freiras de Semide recebiam as suas «rendas».



Muitos dos moradores, porque eram pastores, pagavam com cabras e ovelhas. Ora, como as freiras não tinham disponibilidade nem meios para manter tão grande rebanho, descobriram uma fórmula para cozinhar e conservar a respectiva carne, aproveitando o vinho que lhes era entregue pelos rendeiros, o louro que tinham na sua quinta, bem como os alhos e demais ingredientes. Surge, assim, a chanfana que era religiosamente guardada ao longo do ano nas caves frescas do mosteiro. A carne assada no vinho mantinha-se no molho gorduroso solidificado, durante largos meses.



Segundo outros, terá sido durante a terceira invasão francesa que as freiras inventaram esta fórmula gastronómica para evitar que os soldados franceses roubassem as cabras e as ovelhas da região. Finalmente, há quem diga que a receita da chanfana nada tem a ver com o Mosteiro de Semide, mas apenas com as invasões francesas. Diz-se, então, que, quando as tropas francesas andaram pela região da Lousã e de Miranda do Corvo, a população envenenou as águas para matar os franceses. Mas era preciso cozinhar a carne habitualmente consumida (de cabra e de carneiro) e, como a água estava envenenada, utilizou-se o vinho da região. A chanfana é um prato típico, não só no concelho de Miranda do Corvo como de praticamente toda a região centro. É muito apreciada e servida em bastantes restaurantes da zona. De salientar que constitui o prato «obrigatório» quando decorrem as festas religiosas anuais, nomeadamente na vila, pelo S. Sebastião.



Ingredientes: carne de cabra velha; vinho tinto; alho; colorau; pimenta; louro; sal.

Confecção: corta-se a carne aos bocados, que se colocam numa caçoila de barro. Tempera-se com sal, cabeças de alho inteiras, colorau, pimenta e louro. Cobre-se com vinho tinto. Vai ao forno de lenha, previamente aquecido. Durante o tempo em que a Chanfana está a assar, normalmente cerca de 4 horas, a boca do forno deve manter-se completamente vedada com barro. Geralmente, a Chanfana confecciona-se na véspera de ser consumida. Assim, deixa-se ficar no forno até à hora de ser servida. Nessa altura, o barro é picado para se abrir a porta do forno. Serve-se, geralmente, com batata cozida e grelos.”

   

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